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terça-feira, fevereiro 12, 2008

Falha grave de segurança no Linux permite acesso como root

Guia do Hardware.net em 12/02/2008

E quem disse que sistema livre é isento de brechas de segurança? Bom, pelo menos elas são resolvidas num tempo muito menor do que seriam em softwares fechados.

Pois é, foi descoberta uma brecha que afeta quase todos os sistemas Linux com kernel a partir do 2.6.17. Um usuário com conhecimentos, munido de uma conta de usuário comum, pode tomar poder de root (administrador) com o uso de um compilador.

A falha é difícil de ser explorada dada sua complexidade, mas nada impede que seja aplicada, mesmo quando se tem acesso a uma conta restrita remotamente. Dadas as dimensões do que pode acontecer quando explorada, é preocupante, e é bom atualizar-se.

Tal falha foi demonstrada no Debian, Fedora e Ubuntu, e certamente atinge outras distros. A correção pode ser com atualização do kernel, ou a recompilação, incluindo um patch.

segunda-feira, fevereiro 11, 2008

Pardais com frio

Fotos do Yahoo Notícias


Pardais se esquentam perto de uma roda de carro durante um dia ensolarado de inverno em Kiev, capital da Ucrânia.



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Yahoo considera oferta da Microsoft muito baixa

(Reuters) Seg, 11 Fev - 14h49
Por Megan Davies e Michele Gershberg


NOVA YORK (Reuters) - O Yahoo considerou como muito baixo o valor da oferta não solicitada de compra da companhia pela Microsoft por 41,4 bilhões de dólares. A decisão é vista por Wall Street como a primeira salva em uma batalha para fazer a gigante do software aumentar sua proposta.

O Yahoo informou nesta segunda-feira que seu conselho de administração concluiu de maneira unânime que o negócio não atende aos melhores interesses dos acionistas. Analistas disseram que a rejeição pode fazer a Microsoft aumentar o valor de sua proposta de 31 dólares por ação para até 40 dólares por ação

Em um comunicado, o Yahoo afirmou que a oferta atual da Microsoft "subestima substancialmente" a companhia que possui uma marca global, audiência de quase 500 milhões de usuários e investimentos que criaram uma robusta plataforma de publicidade online.

A oferta também não leva em consideração perspectivas de crescimento ou investimentos significativos que incluem participação na companhia chinesa de comércio eletrônico Alibaba.com, informou o Yahoo. A companhia acrescentou ainda que seu conselho de administração está avaliando todas as opções estratégicas.

A Microsoft deve agora decidir se melhora sua oferta, inicia compras de ações do Yahoo no mercado ou simplesmente desiste da operação. Porta-voz da Microsoft não comentou o assunto.

"O resultado mais provável é que eles negociem um preço mais alto", disse Troy Mastin, analista da William Blair & Co. "Parece que a Microsoft expressou disposição" em ir a 35 ou 36 dólares por ação, acrescentou.

Analistas disseram que a Microsoft deve provavelmente aumentar sua oferta a pelo menos 35 dólares por ação, mas pode ser persuadida a ir até 40 dólares. O comunicado do Yahoo não tem indicações do preço que a companhia está buscando.

As ações do Yahoo exibiam alta de 1,4 por cento no início da tarde, cotadas a 29,61 dólares. Enquanto isso, os papéis da Microsoft exibiam queda de 2,03 por cento.

A proposta da Microsoft, composta metade em dinheiro e metade em ações, foi feita em 1o de fevereiro. Quando foi anunciada, a oferta equivalia a 44,6 bilhões de dólares. Desde então as ações da Microsoft caíram e um acordo valeria agora 41,4 bilhões de dólares.

O co-fundador e presidente-executivo do Yahoo, Jerry Yang, tem tomado passos para manter a empresa independente, incluindo a consideração de uma aliança com o Google para cuidar das operações de buscas da companhia.

A empresa também pode tentar uma aproximação com a AOL, publicou o jornal Times of London, nesta segunda-feira. A controladora da AOL, Time Warner, não comentou o assunto.

Os acionistas do Yahoo, entretanto, podem não ter muita paciência para uma batalha, particularmente porque a companhia continua a perder mercado para o Google. O Yahoo no mês passado decepcionou investidores com suas previsões de receita para 2008. A empresa prometeu ainda cortar empregos e reforçar a área de publicidade online com novo investimento.

Desbloqueio de celular passa a ser gratuito

(Agência Estado) Seg, 11 Fev - 00h30



Quer trocar de operadora, mas seu celular está bloqueado? Com a nova regulamentação dos serviços de celular da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), que começa a valer a partir de quarta-feira, as operadoras não poderão mais cobrar para desbloquear celulares.

A mudança vai tornar mais fácil a vida de quem tem vontade de trocar de operadora, mas não quer mudar de aparelho. O regulamento antigo, de 2002, deixava em aberto uma possível cobrança numa situação como essa.

Agora, o desbloqueio será obrigatoriamente gratuito, mas ainda assim, ao mudar de operadora, você ficará sujeito a uma multa pela rescisão de contrato. A maioria das empresas dá descontos nos preços dos aparelhos ou das ligações em troca do compromisso de assinar um de seus planos por um determinado tempo.

Outra mudança importante também limita esse prazo de permanência, que agora será de no máximo 12 meses. Quem comprar um celular com desconto a partir de quarta-feira só poderá ser obrigado a manter seu plano por 1 ano. Antes era comum a exigência da permanência na operadora por 2 anos ou mais.

A Anatel também estendeu o tempo para o cancelamento de celulares pós-pagos por falta de pagamento. Caso a conta não seja paga em 45 dias, o celular é bloqueado para fazer e receber chamadas. Pelas regras antigas, o prazo era de 30 dias.

Pré-pago
Quem usa celular pré-pago (80,66% das linhas no Brasil) agora não vai perder os créditos que passaram do prazo de validade. Um exemplo: você faz uma recarga de R$ 20 que vale por 30 dias. Um mês depois ainda sobraram R$ 4. Quando você comprar mais créditos, os R$ 4 se somam ao seu saldo e continuam valendo até o prazo de validade da nova recarga.

Você tem dois meses para fazer uma nova recarga e ainda utilizar os créditos que sobraram. Isso porque, depois desse tempo, a operadora pode cancelar seu contrato.

As operadoras ainda serão obrigadas a oferecer recargas válidas por 180 dias. Antes a única obrigação era de 90 dias, que segue valendo. A Tim terá dois tipos de recargas de 180 dias, uma de R$ 50 e outra de R$ 100. A Vivo, que já fornecia a opção, vai continuar a vender os mesmos créditos por R$ 100. Na Claro, a recarga vai custar R$ 150. As informações são do O Estado de S. Paulo/Link